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sexta-feira, 8 de julho de 2011

Qual é o sentido disso tudo?


Por que nascer, crescer, rir, chorar, se divertir, se magoar e tudo mais se no fim vamos todos morrer?

Existe um sentido na vida que não seja aquele que aponta inexoravelmente no caminho da morte? Somos todos passageiros desse trem invisível que viaja rumo ao inevitável e não podemos fazer nada para evitar chegar ao destino?

Exatamente! Não podemos fazer nada que impeça ou que retarde indeterminadamente esse triste fim, mas quer saber de uma coisa?

Foda-se!

O destino pode ser ruim, como ir para São Paulo (desculpem-me os paulistas mas tenho aversão a metrópoles), mas se você for pela Rio-Santos vai ver que a viagem é maravilhosa. Vai ver que o caminho é muito mais interessante que o destino final (o que não é válido se você andar de trem pelo Rio de Janeiro)...

Nessas horas fico me perguntando o porque de tudo isso, da vida, do universo e de tudo mais. Engraçado mas eu sempre encontro a mesma resposta que eu já venho postando aqui há séculos: O amor.

Eros, Ágape ou Philia.

Ame, ame cada vez mais e enquanto houver espaço para o amor na sua vida ela será maravilhosa (parto é claro do falho princípio da indução: funcionou comigo vai funcionar com todo mundo).

Mas em síntese é isso: Amar o universo inteiro. Vai ser interessante porque dentro dele há pessoas que fazem tudo valer a pena. Eu conheço uma pessoalmente.


PS: Eu sou apressado? Nunca! Talvez louco eu seja um pouco, mas apressado nunca!


Postado ao som de "O descobrimento do Brasil" - Legião Urbana.


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