Mais selos!

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Bom, vou tomar cuidado pra não perder o rumo do blog... mas tem uns selinhos que eu não posso deixar de exibir!

Primeiramente a um blog muito especial que tenho tido o prazer de acompanhar desde os primeiros posts.


Em segundo lugar o meu! Agora quem quiser escrever na testa que é maluco já pode! rsrsrsrs



Um abraço a todos que vem e vão!

Por que o mundo precisa de um fim?!?!

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Depois do post abaixo, me quedo com uma pergunta na cabeça: Por que diabos o mundo precisa ter um fim?!?!

Por que tantas teorias para dizer que o mundo vai acabar hoje ou amanhã?

Por que tanta leviandade ao falar do mundo que nos abriga?

Leiam um pouco sobre astronomia planetária, e vão saber o quanto é raro um planeta com condições tão facilitadoras para a vida!

Desculpem-me a indignação, mas sempre vejo alguém falando ou do fim do mundo, ou que o mundo não presta, ou que devemos nos preparar para viver de verdade em um lugar superior!

Porque não podemos fazer que nossa vida e a dos outros sejam boas e felizes hoje e aqui? Para que esperar por um "lugar melhor"?


Postado ao som de "Rock and Roll all Nite" - Kiss

O Fim do Mundo em 2012...


Bom, tenho visto rolar pela internet já há um certo tempo esse papo de que o mundo vai acabar em 2012...

Parece que o pessoal não cansa dessa história de fim do mundo...

Pois bem, como eu conheço um pouquinho dos mitos que originaram esse rebuliço todo, resolvi começar a postar aqui algumas coisas sobre o assunto (no limite da minha compreensão de curioso).

Toda essa história de fim do mundo em 2012 tem origem na mitologia Maia.

Os maias foram uma civilização da mesoamérica pré-colombiana, que apesar de mais de 3000 anos de história e do que todos dizem, não desapareceu. Vivem na região do Golfo do México e tiveram seu auge (matem-me os arqueoastronomos se for necessário... rsrsrs) entre 200 e 900 dC.

Nesse primeiro post, farei apenas uma pequena explanação sobre a forma de contar o tempo dos Maias.

Vamos lá:

1 dia para os maias = 1 Kin
20 Kins = 1 Uinal
160 Kins = 18 Uinais = 1 Tun
7200 Kins = 20 Tuns = 1 Katun
144000 Kins = 20 Katuns = 1 Baktun

13 Baktuns = 1 Era de Criação


Justamente por essa divisão do tempo em eras de criação, surge o mito de que a cada era de criação deveria haver um grande recomeço, um reinício para a humanidade.

Na figura acima, que foi inicialmete enterpretada e difundida no mundo inteiro como um calendário simplesmente, os quatro glifos dentro de quadrados representam as quatro eras de criação que já passaram, sendo representadas pelas entidades que as simbolizam, contando a história de como essas eras terminaram. O glifo central simboliza a nossa atual era de criação, que segundo os registros que sobreviveram e cálculos posteriores, chegou-se à conclusão de que acabaria em 2012.

Daí a idéia de fim do mundo.

Vou tentar nos posts futuros fazer um pequeno resumo dos glifos das eras, e tentar mostrar "como o mundo vai acabar".


Postado ao som de "Crazy Mary"-Pearl Jam.

Selo! (Enfim entendi como funciona... rsrsrsr)

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009


Nossa, depois de tanto tempo finalmente descubro como funcionam os selinhos!!

Desculpem-me todos os que não exibi antes...

Bom, primeiramente agradeço ao Tone do Manual Básico do Solteiro Imprestável que me indicou este!

Agora vamos às regras:

1ª Exiba a imagem do selo “Olha Que Blog Maneiro” que você acabou de ganhar.
2ª Poste o link do blog que te indicou (muito importante!).
3ª Indique 10 blogs de sua preferência.
4ª Avise seus indicados.
5ª Publique as regras.
6ª Confira se os blogs indicados repassaram o selo e as regras.
7ª Envie sua foto ou de outra pessoa para olhaquemaneiro@gmail.com juntamente com os 10 links dos blogs indicados para verificação.
Caso os blogs tenham repassado o selo e as regras corretamente, dentro de alguns dias você receberá 1 caricatura em P&B.

E aos meus indicados!

Paranóia Minha
Salut
Toca da Leoa
Escrevo pra não Falar Sozinha
Efeito Ázaron
M'zONe
Neurônio X
Razão 42


Bom, vou romper um pouco as regras e espero que me perdoem: opr não passar muito tempo na blogosfera não tenho muitos blogs conhecidos pra indicar, e não vou indicar qualquer um!


Postado ao som de "Feel Like Making Love"- Bad Company

Inatividade

Ufa!

Um post depois de tanto tempo.

Bom, tive uns probleminhas desde o último post, que me impossibilitaram de escrever mais por um tempinho.

Viajei para um simpósio e depois de voltar meu tempo no trabalho aumentou consideravelmente, diminuindo meu tempo livre, mas agora acho que as coisas se estabilizaram e vou poder voltar a escrever com mais frequência.

Obrigado por não se esquecerem de mim!


Postado ao som de coisa alguma (dessa vez eu não estou ouvindo nada... rrsrsrs)

Trote: Humilhação pública ou Rito de Passagem?

Há muito tempo que debatemos a questão do trote em nossas universidades. Há tempos atacamos ferozmente essa prática em nossa retórica, entretanto pouco ou nada fazemos para impedi-la entre os nossos própros muros.

Seres humanos passam por situações que em outras ocasiões seriam, sem equívoco, considerados excessos desnecessários, chegando ao extremo de jovens serem hospitalizados com ferimentos ou mesmo em coma alcoólico, como aconteceu há pouco tempo em São Paulo. Já houveram mortes!

Pois bem, nós seres humanos, tão distintos dos demais animais, com nosso encéfalo altamente desenvolvido e nossos polegares opositores, o que fazemos diante disso? Subimos ao alto de nossos castelos, declaramos o trote como algo deplorável, retrógrado e humilhante, e por fim o proibimos.

Proibimos, mas desde que ingressei na universidade em meados de 2006, a cada semana de integração (e acompanhei todas) vejo calouros sendo pintados ao som de “Bixo tem que morrer!!” bem em frente ao Gustavão durante a aula inaugural!

Não quero com estas palavras fazer um atestado da incapacidade desta universidade em coibir o trote e fazer valer a tão divulgada “Resolução n. 2 de 1996”, todos sabemos que nunca houveram excessos dentro do P1, não dentro do P1. Quero com isso tentar levar as discussões sobre o trote para um rumo um pouquinho diferente: a necessidade do trote.

Desde tempos imemoriais, a civilização humana marca grandes passagens na vida de seus membros por meio de rituais, que vão desde o batismo ou o casamento de um cristão até os ritos de maturidade de tribos no interior da África. Os ritos de passagem e os mitos associados a estes fazem parte do nosso inconsciente coletivo tanto quanto, por exemplo, a religião.

Seria então o trote uma dessas cerimônias de passagem que estã há tanto tempo arraigadas em nosso espírito humano? Sim, meus amigos, seria. É indiscutível que a entrada em uma universidade é uma mudança radical de paradigma na vida de um estudante. Seria estranho, portanto, a partir desse ponto de vista, imaginar que tal passagem não deveria ser marcada de alguma maneira.

Entretanto, proponho um questionamento: será que essas atitudes degradantes são realmente necessárias? Não haverá outras formas de marcar o ingresso do estudante na universidade? Creio que muitos de nós concordam que não há humilhação em pintar o rosto, chamar de “bixo”, ou mesmo, em alguns casos, em cortar o cabelo. Mas será que nós veteranos precisamos fazer tudo isso ostentando tanta superioridade? Precisamos ser tão arrogantes?

Desde o meu segundo período tenho travado uma luta ferrenha contra o trote no meu curso, e posso dizer que não foram poucas as vezes em que vi os calouros se decepcionarem por não serem recebidos com tintas e tarefas estranhas. Existe uma expectativa por parte deles em torno do trote. Será que nós temos o direito de nos aproveitarmos dessa expectativa para cometermos abusos?

Termino este artigo fazendo um apelo aos únicos que podem fazer algo para evitarem que excessos sejam cometidos, os veteranos: Meus amigos, não vamos fazer nessa universidade o mesmo circo de horrores de cada início de período! Bixo não tem que morrer! Bixo é gente!!!


Postado ao som de Skies on Fire - AC/DC