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Sobre o Início e o Fim de todas as coisas

Estou sem ter muito bem o que escrever hoje, quem sabe um retorno do “Post não tão sóbrio de Sábado?” Para ser mais honesto teria que se chamar “Post não tão sóbrio-mas-bem-mais-sóbrio-que-a-dez-anos-atrás de Sábado”, mas aí o título ficaria meio estranho... Eu ainda não dormi então ainda estou com gosto de sexta, mas se   já passou de meia noite então teoricamente já é sábado. Então que seja. Vamos lá, quem sabe mais uma história! Quem sabe um pequeno conto! E dessa vez quero levar vocês de novo para dentro da história.   Ela começa com um sonho. Você está sonhando. Neste sonho você está sentado no chão. Tudo ao seu redor é escuridão. Mas não é uma escuridão que se caracterize pela simples ausência de luz. É uma escuridão quase palpável, uma que te faria pensar que a luz sim que é a falta de algo. Uma escuridão tão plena que não te passa a sensação de que você não está vendo algo, mas sim de que nada mais existe. Exato: Esta é a escuridão da Inexistê...

Um suco de laranja e uma vodka, por favor!

Post nada Sóbrio de Sábado!! Funciona assim: a maioria dos bares e restaurantes não serve o Screwdriver, que eu mencionei no último post. A parte bonita da coisa é que basta pedir um suco, uma vodka, bastante gelo, calcular mais ou menos a proporção e pronto! O drink está feito! Eu disse que ele era a própria navalha de Occam... Bom, essa é mais ou menos a hora em que eu entro no assunto do post em si e começo a contar uma história... Dessa vez vou contar uma história diferente das outras... Era uma vez... (Afinal de contas toda história que se preze deve começar assim!) Era uma vez... um copo. Isso mesmo: um copo. Um reles e simples pedaço de vidro. Imaginao, criado e moldado para ser o receptáculo passivo de alguma beberagem qualquer para um ser humano. Um ser humano que talvez nem lhe desse moral, nem percebesse o quanto a vida de um copo é dura. Mas ainda sim ele servia (e ainda hoje serve) aos prazeres e necessidades do ser humano. Em sua juventude copesca, i...

Só mais um, por favor...

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Nossa... que saudade de vocês! Semana passada não teve o "Post nada sóbrio de sábado"... Foi duro, mas consegui sobreviver... Mas hoje estou de volta! Como tem sido sempre, pronto a começar do nada e improvisar um conto... Algo entre o experimental e o clássico... Algo entre o velho e o novo... Algo entre a mudança e a eternidade... Algo que tenha um que de paradoxal com algumas doses de lirismo e outras de Domecq... Mas acima de tudo algo que fale sobre o amor... Talvez um amor de hoje, talvez um amor de ontem, quem sabe até um amor de sempre... Existe algo nessa vida que pode ser pra sempre? se sim, esse algo deve, por obrigação de ser o amor... Mas vamos de uma vez à história... Como já foi dito por alguns, deve ser sempre uma história que fale de mil maneiras diferentes a mil pessoas diferentes, algo que diga tudo sem dizer nada. Que sabe como ela pode começar? Começa dessa vez com um fim. Um belo dia as pessoas decidem que histórias eternas não se...

Uma ruiva de vestido em minha vida

Vamos lá, hoje não é sábado e nem estou bêbado, mas vou contar uma história... Ou melhor, vou levar vocês pra dentro de uma, porque é muito mais divertido... Tudo começa com uma bebedeira, e você enche a cara pra comemorar algo com seus amigos. Enche a cara porque apesar de ter responsabilidade, você sabe que é bem legal enfiar o pé na jaca de vez em quando... Bom, você vai pra casa bastante torto e começa a se lembrar de todas as mega viagens que já vez até hoje... Você com certeza já se sentiu como Dante, tendo que vagar sem rumo e sem destino em meio a uma selva selvagem, na esperança de ser guiado por Beatriz para o paraíso... Mas não teve saco pra esperar por Beatriz e acabou ficando só na selva selvagem mesmo... Até que chega um amigo! Virgílio, o nome dele, não? Então você despede-se da selva tentando encontrar uma verdade, algo que seja verdadeiro e final. Por alguns instantes acha que a felicidade vai estar na verdade, mas na verdade a verdade foge de você... Que...

Algumas doses de Red Label porque estou precisando..

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Uau... Depois de tanto tempo, o post nada sóbrio de sábado... Fico pensando no tempo que eu passei sem escrever e em como resumi-lo para vocês... quem sabe fazer como da última vez! Uma música! Ou um vídeo!! E fica uma perguntinha para aqueles que me acompanham por aqui, sejam anônimos ou não. Quem é você neste vídeo? Neste exato momento, que papel você desempenha? Talvez seja complicado demais pensar nessas coisas, mas vamos conduzir um pouco as coisas... Era uma vez uma moça. Uma moça linda, diga-se de passagem. Inteligente, cativante... Daquele tipo que ninguém consegue ficar indiferente quando ela está por perto. Olhos inesquecíveis, voz terna e, acima de tudo, uma personalidade forte e que chega mesmo a desagradar a alguns. Essa moça está bem ao seu lado agora... Quem é ela? Não sei... Você olha espantado e de repente surpreende um soluço... ela chora! Se houvera um dia a possibilidade de um pecado divino, este foi o de deixar tal anjo sofrer... Sofrer ...

Espetáculo inacabado.

As luzes se apagam. A cortina se fecha. O público está surpreso. O espetáculo acabou? Como assim? O que houve com o último ato? Passou rápido que só! E agora estão todos se olhando, num olhar ao mesmo tempo estúpido e admirado. Não sabem se devem bater palmas ou esperar os artistas retornarem... Os artistas não sabem se voltam ou se esperam as palmas do público... De repente alguém começa a cantarolar... "O arlequim está chorando pelo amor da colombina, no meio da multidão" Embevecida a platéia procura pelo cantor... quem sabe a peça agora não irá continuar! Depois de alguns instantes percebem uma jovem sentada perto da última fila. Com um algodão e água, ela retira tua maquiagem, enquanto algumas lágrimas se misturam ao suor. A jovem percebe que todos a estão olhando, mas não se importa. Apenas termina de remover seus disfarces e máscaras, levanta-se com uma serenidade de fazer inveja ao mais prateado luar e ruma em direção ao palco. Suspense...

Post sem criatividade...

É, hoje tá f*da pra escrever... Acabei de reler o post anterior e nossa! Gostei bastante! rs Está ficando difícil para que meus escritos sóbrios compitam com aqueles que faço após uma certa dose de álcool... rs Mas vamos lá, o que falar quando todos os assuntos parecem fugir? Seria legal de repente escrever um conto! Poderíamos começar com uma chuva. Sim, a chuva é boa. E essa nossa chuva é especialmente boa, porque apesar de forte, é daquelas que vem no fim da tarde depois de um dia de muito calor. De baixo dessa chuva de água morna e reconfortante está nosso herói. Sem armadura prateada e sem um corcel magnífico, apenas com seu velho mp3 tocando um Led Zeppelin e a coluna um tanto curvada pelos dias. Não pelo longos dias desde sua chegada a esse mundo, mas simplesmente pelo peso de alguns dias de insuportável calor e cansativo trabalho, além de conversas mansas que provocam furacões. De repente, veja! Ele percebe que está chovendo... E chovendo forte. Pela prime...

Era uma vez um blogueiro...

Era uma vez um blogueiro... Bom, o cara tinha um blog, tecnicamente isso faz dele um blogueiro. Bom, o blogueiro escrevia alguns contos, isso faz dele um contista. Bom, os contos dele eram meio medíocres, isso faz dele um sucesso. Ao menos um sucesso para ele e seus amigos imaginários. Era uma vez um blogueiro que tinha um blog. Exatamente, assim fica bem melhor: Um blogueiro que tinha um blog. Escrevendo um blog para aliviar a tensão sobre uma crise amorosa que parecia loucamente confusa ele resolve escrever alguns poemas meio melosos esperando que ninguém leia, mas especialmente que ninguém o identifique. Bom, resolvida a crise amorosa (de um jeito ruim, é claro), o blogueiro abandona o blog. Mas mesmo assim ele não deixa de ser um blogueiro, afinal o blog existe. Então a crise vem à tona novamente. O que o contista blogueiro faz? Resolve retomar o blog. Retoma, escreve, é lido, lê, joga coisas fora, mas de uma louca maneira escreve, coisas sem sentido, coisas com sentido, ...

Uma última batalha

Pouco há que se compare ao calor de uma batalha. Pouco há o que se compare a sentir o sangue correndo pelas veias e o frenesi guerreiro tomando conta do seu corpo. Há aqueles que olham para uma batalha e vêem apenas carmificina e sangue jorrado numa violência descabida, mas definitivamente ele não era um deles. Ele sabia muito bem o peso de uma injúria mal resolvida e de um mal não remediado. Sabia ainda que poucos são pacifistas por opção, muitos o são por covardia. E foi com esses pensamentos em mente que adentrou seu campo de batalha. Não vestia mais do que uma velha cota de malhas e não carregava mais do que sua espada. Não... Escudos já não faziam sentido quando se precisava de força total, e elmos apenas atrapalham a visão quando a concentração e os reflexos podem salvar sua vida mehor do que um pedaço de metal... E assim ele encarou a morte, da mesma forma que encarava a vida: sem medo e sem arrependimentos. Muitas vezes já vertera sangue alheio, mas um sem número de ocasões ta...