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Um pouquinho de civilidade, por favor...

Nossa, me desculpem toda essa inatividade! Mais de um mês sem posts... Mas aguardem, piossivelmente em breve O Metafísico terá novidades, que envolvem principalmente uma atividade muito maior... Mas, menos lenga lenga e vamos ao que interessa... Hoje à tarde vi uma cena que me chocou profundamente. Um garotinho estava andando com a mãe na rua e comendo biscoitos. Tudo ia muito bem até que o pacote acabou... O garotinho então amassou o pacote e deu para a mãe. O que a mãe fez? Jogou no chão!!! Meu Deus, isso é inadimissível, será que isso é coisa que se faça para incentivar uma criança? Onde está nossa civilidade? Onde está nosso bom senso? O que fizeram com aquela tal de educação? Isso está muito relacionado com o meu post anterior, sobre a falta de fé no ser humano, agora denota outra falta de fé também muito grave: A falta de fé na sociedade. Sabemos bem: todo mundo joga lixo no chão, então porque não jogar também? Todo mundo fura fila quando pode, porque não furar também? Todo mundo...

Fé no ser humano

Tenho sempre visto por aí o descaso com que as pessoas tratam-se umas às outras. É incrível como somos induzidos a taxar as pessoas não só pelas suas aparências como pelo seu passado. Isso me remete a uma questão bem interessante: como anda nossa fé no ser humano? Será que realmente acreditamos que as pessoas podem ser melhores? Ou será que estamos tão desconfiados de nossos semelhantes que nos fechamos em nossos castelos sem dar oportunidades para que os outros se mostrem pessoas melhores? Digo isto porque no meu último post citei que a humanidade está evoluindo em sua forma de pensar o meio ambiente e revendo suas ações. Isso me remeteu a esta questão. Se estamos enfim repensando nossas ações com relação ao meio ambiente e nossa forma de moldá-lo, porque não podemos repensar nossa forma de encarar nossos semelhantes e nossa maneira de tratá-lo? É muito comum darmos rótulos às pessoas, é muito comum não acreditarmos que alguém é capaz de se regenerar. Querem uma prova: A pena de morte...