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Um suco de laranja e uma vodka, por favor!

Post nada Sóbrio de Sábado!! Funciona assim: a maioria dos bares e restaurantes não serve o Screwdriver, que eu mencionei no último post. A parte bonita da coisa é que basta pedir um suco, uma vodka, bastante gelo, calcular mais ou menos a proporção e pronto! O drink está feito! Eu disse que ele era a própria navalha de Occam... Bom, essa é mais ou menos a hora em que eu entro no assunto do post em si e começo a contar uma história... Dessa vez vou contar uma história diferente das outras... Era uma vez... (Afinal de contas toda história que se preze deve começar assim!) Era uma vez... um copo. Isso mesmo: um copo. Um reles e simples pedaço de vidro. Imaginao, criado e moldado para ser o receptáculo passivo de alguma beberagem qualquer para um ser humano. Um ser humano que talvez nem lhe desse moral, nem percebesse o quanto a vida de um copo é dura. Mas ainda sim ele servia (e ainda hoje serve) aos prazeres e necessidades do ser humano. Em sua juventude copesca, i...

Sobre meninos e homens

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ou Sobre meninas e mulheres. Bom, o Post nada Sóbrio de Sábado já está virando uma tradição e tem sido um dos mais acessados e comentados dO Metafísico, o que leva a um assunto interessante: Álcool. Sempre tem um aluno que me pergunta: "Professor, você bebe?" Procuro me esquivar de uma resposta muito sincera, algo como um "Pra cacete", pra poder manter um certa compostura e evitar conversinhas de corredor. Mas sempre penso muito no assunto, e acho que as pessoas quando perguntam se alguém bebe estão fazendo a pergunta errada. A questão não é beber ou não, mas sim o porque beber e o como beber. Você bebe pra enfrentar seus problemas e sufocar as angústias? Sinto muito, mas você tá fudido. A única coisa que vai conseguir é mais problemas e mais porres pra esquecê-los. Seu fim provavelmente será a sarjeta ou a cirrose ou os dois. Você bebe porque todo mundo bebe? Sinto muito mas você está mais fudido que o outro cara... Vai ter que aturar a ressaca e ...

Só mais um, por favor...

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Nossa... que saudade de vocês! Semana passada não teve o "Post nada sóbrio de sábado"... Foi duro, mas consegui sobreviver... Mas hoje estou de volta! Como tem sido sempre, pronto a começar do nada e improvisar um conto... Algo entre o experimental e o clássico... Algo entre o velho e o novo... Algo entre a mudança e a eternidade... Algo que tenha um que de paradoxal com algumas doses de lirismo e outras de Domecq... Mas acima de tudo algo que fale sobre o amor... Talvez um amor de hoje, talvez um amor de ontem, quem sabe até um amor de sempre... Existe algo nessa vida que pode ser pra sempre? se sim, esse algo deve, por obrigação de ser o amor... Mas vamos de uma vez à história... Como já foi dito por alguns, deve ser sempre uma história que fale de mil maneiras diferentes a mil pessoas diferentes, algo que diga tudo sem dizer nada. Que sabe como ela pode começar? Começa dessa vez com um fim. Um belo dia as pessoas decidem que histórias eternas não se...

Algumas doses de Red Label porque estou precisando..

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Uau... Depois de tanto tempo, o post nada sóbrio de sábado... Fico pensando no tempo que eu passei sem escrever e em como resumi-lo para vocês... quem sabe fazer como da última vez! Uma música! Ou um vídeo!! E fica uma perguntinha para aqueles que me acompanham por aqui, sejam anônimos ou não. Quem é você neste vídeo? Neste exato momento, que papel você desempenha? Talvez seja complicado demais pensar nessas coisas, mas vamos conduzir um pouco as coisas... Era uma vez uma moça. Uma moça linda, diga-se de passagem. Inteligente, cativante... Daquele tipo que ninguém consegue ficar indiferente quando ela está por perto. Olhos inesquecíveis, voz terna e, acima de tudo, uma personalidade forte e que chega mesmo a desagradar a alguns. Essa moça está bem ao seu lado agora... Quem é ela? Não sei... Você olha espantado e de repente surpreende um soluço... ela chora! Se houvera um dia a possibilidade de um pecado divino, este foi o de deixar tal anjo sofrer... Sofrer ...

Uma vodka, por favor...

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Pra variar o post nada sóbrio de sábado à noite... Quem sabe começar um conto? Das últimas vezes até ficou interessante... O problema é saber por onde começar... Depois de começar improvisar o resto é coisa fácil... Quem sabe uma música! Pois bem, você está escutando uma música. "Old Love" , do Eric Clapton. Você caminha pela rua com uma certa pressa. Está atrasado. No MP3 toca um Motorhead no último volume, enquanto você ouve "Going to Brazil". De repente ela começa. Um riff simples... E uma letra meio chorada... "I can fell your body..." E você estanca de repente na caminhada. Várias coisas começam a passar pela sua cabeça. Não é fácil lidar com fantasmas do passado, principalmente quando esses fantasmas não são tão etéreos assim. Principalmente quando os fantasmas tentam por si só tornarem-se etéreos e desaparecer, mas você não deixa. Concientemente, numa espécie de tortura voluntária você escolhe continuar a viver algo que talve...

Um Contreau, por favor!

Álcool! Suave retorno de todas as lembranças que nunca foram apagadas! Suave recomeço em uma noite quente e desanimada! Suave retorno aos braços no nada. Suave queda no vazio da escuridão... Não, não é tristeza, muito menos melancolia, e amor. Acima de tudo é amor ao amor. Felizes são aqueles que conseguem mesmo nos momentos mais desanimadores se manterem fieis ao amor e à vida. O amor é a lei, acima de qualquer vontade ou regra; acima de qualquer convenção social; acima de nossas próprias vidas! Como é bom, apenas curtir um pouco do mundo girando, em parte pelo álcool, em parte pela beleza da vida. Em parte porque todas as pessoas felizes são parecidas entre si e monótonas, mas apenas no drama e na inquietude pode repousar a verdadeira beleza e o verdadeiro prazer. Um ode a todas as paixões não vividas, a todos os amores imperfeitos, a todas as idealizações ilusórias. Um louvor a todo sentimento desesperado, a todos os amores sem esperanças, a toda forma de viver e de ser vi...