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Sobre o amor e a vontade...

Bom, as coisas foram mais ou menos assim: No sábado à noite eu cheguei em casa meio tarde e um tanto quanto alcoolizado... Não considero que bebi, afinal de contas beber com os pais não é bem beber, mas o fato é que tanta coisa está acontecendo na minha vida ultimamente que acho que o alcool despertou meus sentidos e minha agudeza para escrever. Foi nessa que eu voltei pro blog, com o post "Era uma vez um blogueiro..." Hoje, sóbrio, eu volto e leio o que escrevi e vejo que ficou legal! rs Tão legal que resolvi falar um pouco mais sobre as idas e vindas amorosas que me levam e trazem de volta para a blogosfera com uma sazonalidade impressionante. Há bastante tempo atrás se você me perguntasse o que é necessário para que duas pessoas fiquem juntas e sejam felizes, eu lhe diria que elas precisariam apenas se amar. Mas acabei descobrindo que só é assim nos dramas ruins. Com o tempo mudei de idéia, passei a pensar que para duas pessoas ficarem juntas e serem felizes, m...

Sobre biscoitinhos e café...

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Sobre biscoitinhos e café, pouco há que se comentar a não ser que é uma excelente opção para desjejum ou lanche da tarde. Pessoalmente eu gosto bastante. Mas como tudo o que a gente gosta nessa vida sempre há alguns prós e contras. Por exemplo, o biscoitinho doce pode ser uma delícia, mas cedo ou tarde ele dará uma baita azia. Não importa o quanto algo é, ou parece ser, bom, sempre vai haver um lado nefasto. Nossa maneira de lidar com esse lado nefasto é que dirá se continuaremos comendo biscoitinhos e café ou se tentaremos algo diferente (quem sabe um pãozinho de queijo?). Hoje olho pra trás com um olhar mais crítico do que fazia até bem pouco tempo atrás. Hoje penso que os biscoitinhos doces talvez já não sejam tão doces. O que é uma pena, porque eu realmente gostava demais deles. Hoje olho pra trás e percebo que não consegui lidar direito com os efeitos colaterais provocados por essas guloseimas. Pra falar a verdade, essa foto aí acima é a de um saquinho desses biscoitos qu...

Professor, eu não sei nada...

Funciona mais ou menos assim: dou aulas há um certo tempo em curso pré vestibular e ouço todo dia a seguinte frase: [dito com voz de falsete]: "Professor, não aprendi nada disso no colégio..." [respondido com cara de espanto]: "Nossa, que terrível! Vamos então dar uma olhada de novo." Bem, acontece que agora eu também dou aulas no ensino regular. Sinceramente dá vontade de mudar a resposta padrão... Seia algo do tipo: [dito com voz de falsete]: "Professor, não aprendi nada disso no colégio..." [respondido com cara de assassino]: "P*ta que pariu!! Que m*rda! Quer saber de uma coisa? O que você estava fazendo na p*rra da aula onde a p*rra do professor tentou ensinar? Estava de sacanagem! Estava matando aula pra ficar sarrando na namoradinha atrás do colégio! Quer saber de outra coisa? F*da-se!!!" ah... Precisava desse desabafo de fim de ano! rs Que troço estressante esse de dar aula em colégio! Nossa! rs O pior de tudo não é nem a f...

Era uma vez um blogueiro...

Era uma vez um blogueiro... Bom, o cara tinha um blog, tecnicamente isso faz dele um blogueiro. Bom, o blogueiro escrevia alguns contos, isso faz dele um contista. Bom, os contos dele eram meio medíocres, isso faz dele um sucesso. Ao menos um sucesso para ele e seus amigos imaginários. Era uma vez um blogueiro que tinha um blog. Exatamente, assim fica bem melhor: Um blogueiro que tinha um blog. Escrevendo um blog para aliviar a tensão sobre uma crise amorosa que parecia loucamente confusa ele resolve escrever alguns poemas meio melosos esperando que ninguém leia, mas especialmente que ninguém o identifique. Bom, resolvida a crise amorosa (de um jeito ruim, é claro), o blogueiro abandona o blog. Mas mesmo assim ele não deixa de ser um blogueiro, afinal o blog existe. Então a crise vem à tona novamente. O que o contista blogueiro faz? Resolve retomar o blog. Retoma, escreve, é lido, lê, joga coisas fora, mas de uma louca maneira escreve, coisas sem sentido, coisas com sentido, ...

Ficção Científica e Ciência

Pode-se muito bem ver a FC como veículo de popularização da ciência, mas é possível que essa conclusão se extenda também ao conhecimento novo, ou seja, o progresso da própria ciência? É interessante notar, não só como a ficção científica acaba por arrebalhar pessoal que se dedique à ciência, mas também acaba por ser um grande veícul de popularização do conhecimento científico. O modo de ver o mundo da FC, sempre com a cabeça no futuro, sempre pronto e esperançoso por mudanças e progresso, tudo isso acaba por de certa forma "contaminar" cada vez mais o modo de ver o mundo da sociedade como um todo. Vivemos em uma época onde tudo (ou quase tudo) gira em torno da ciência e/ou da tecnologia, e elas tanto nos encantam quanto nos espantam e tudo isso acaba por ficar muito mais evidente com a nossa cultura de FC, seja ela nos livros, no cinema, nos quadrinhos ou até no videogame. Ao despertar a curiosidade e ao mesmo tempo a sede por desenvolvimento e descoberta, a FC, além d...

Novo cantinho...

Gente, vocês devem ter percebido que eu dei meio que uma desaparecida desses cantos... Mas dessa vez tem justificativa. Além dos compromissos do mestrado e do trabalho, tenho me envolvido nom projeto um poudo maior: Uma revista de literatuar fantástica. Então gostaria de convidar vocês a conhecerem o projeto no nosso novo cantinho: Távola Cultural Um abraço, pessoal. Logo assim que eu puder eu volto a postar por aqui. Postado ao som de "Pink" - Aerosmith

Uma última batalha

Pouco há que se compare ao calor de uma batalha. Pouco há o que se compare a sentir o sangue correndo pelas veias e o frenesi guerreiro tomando conta do seu corpo. Há aqueles que olham para uma batalha e vêem apenas carmificina e sangue jorrado numa violência descabida, mas definitivamente ele não era um deles. Ele sabia muito bem o peso de uma injúria mal resolvida e de um mal não remediado. Sabia ainda que poucos são pacifistas por opção, muitos o são por covardia. E foi com esses pensamentos em mente que adentrou seu campo de batalha. Não vestia mais do que uma velha cota de malhas e não carregava mais do que sua espada. Não... Escudos já não faziam sentido quando se precisava de força total, e elmos apenas atrapalham a visão quando a concentração e os reflexos podem salvar sua vida mehor do que um pedaço de metal... E assim ele encarou a morte, da mesma forma que encarava a vida: sem medo e sem arrependimentos. Muitas vezes já vertera sangue alheio, mas um sem número de ocasões ta...